Os grandões da tecnologia americanos anunciaram que vão inventar Deus em 2027. É essa a ideia, o Deus do século XXI, Deus redivivo. A inteligência artificial vaia estar em toda parte, interagindo com a nossa vida, presencialmente, sem que precisamos operar um celular. Isso nãoa é Deus? Há milhares de anos, o homem inventou um Deus, vários deuses, agora estão inventando outro, com a tecnologia.
terça-feira, 27 de maio de 2025
sábado, 24 de maio de 2025
Sebastião Salgado, 1944-2025
terça-feira, 20 de maio de 2025
CALMA URGENTE! Deus abençoe minha audiência
Um quadro do absurdo da nossa época, expresso num Congresso alienado. Coisas desse tipo me parecem formar um ambiente de véspera de revolução.
Franklin Martins conversa com Hildegard Angel
Ouvir Franklin Martins sempre é bom. Ele tem pedigree, tem uma história admirável, faz parte da geração de 68, tem experiências no jornalismo e no governo e uma obra extraordinária de pesquisa da MBP; não é qualquer um. Sua limitação, na minha opinião, é ver a realidade de um ponto de vista político tradicional, numa época em que o absurdo se impõe no mundo. Sua aula de história é importante, embora quase tudo eu já soubesse e pense igual. Ele disse duas coisas novas para mim. A primeira é que abandonar a oposição legal entre 1964 e 1974 foi um erro, o que me parece correto, e até óbvio, hoje, diante das consequências da luta armada. A segunda é que a política está presente na MPB desde o Império, o que é uma característica que nenhuma outra nação tem, e isso aconteceu em decorrência da oralidade da nossa cultura, numa sociedade de analfabetos.
quarta-feira, 14 de maio de 2025
Música do dia: Lero e Leros e Boleros, Sérgio Sampaio
Sempre que escuto as obras-primas da música popular brasileira, penso para que publicar poesia em livro.
segunda-feira, 12 de maio de 2025
Dois óscares para Fernanda
Um pela a ponta em Ainda estou aqui e outro pela magnífica atuação em Vitória. Eu nunca tinha visto nada igual. Pensei que era uma ponta também e vi um filme inteiro sustentado por uma atriz de 95 anos. Nem Ruth Gordon (75 anos), em Harold and Maude, nem Jessica Tandy, em Driving Miss Daisy (80 anos). Vitória tem um defeito imperdoável: o filme se baseia na história de uma mulher negra e isso fica evidente, quando a gente fica sabendo, e então as peças se encaixam, mas o defeito imperdoável é perdoado porque a protagonista é vivida pela Fernanda Montenegro, a maior atriz de todos os tempos. Só ela era capaz de fazer isso. A plateia aplaudiu ao final da sessão.
quarta-feira, 7 de maio de 2025
Provoca com Tadeu Jungle, 6/5/2025
terça-feira, 6 de maio de 2025
Calma urgente! - O inferno é a nuvem
Ótima discussão pertinente, cheia de informações e opiniões inteligentes.