segunda-feira, 30 de março de 2026

A escravidão ao capital é o entrave ao bem-estar humano

"Na China, uma pessoa entra numa cabine e em quinze minutos faz um checape completo", narra Elias Jabbour, para exemplificar como a inteligência artificial pode ser usada para o bem-estar coletivo, numa nação socialista, em vez de ser usada para empresas venderem porcarias e bilionários ficarem ainda mais ricos, como acontece na civilização capitalista. 

O fato é que o mundo pode ser muito melhor, se os humanos assumirem o controle do capital, em vez de serem escravos dele e dos seus proprietários. A China fez isso e está mostrando o caminho para o restante da humanidade. Esse é o ponto. As discussões sobre se a China é capitalista ou socialista, se é uma ditadura ou democracia, só mostram o elevado grau ideológico a que o capital nos submeteu no Brasil. Que autoridade temos nós para falar em democracia, numa nação de tanta miséria, tanta violência, tanta exploração do trabalho, tanta opressão, tanta corrupção dos políticos e autoridades capitalistas? Como me disse uma diarista no ônibus, hoje: de quatro em quatro anos, aparece um candidato lá em casa pedindo meu voto, depois some, não quer saber se eu estou precisando de remédio, de comida nem nada. É essa a democracia que a esquerda brasileira defende há mais de quarenta anos. O único obstáculo entre a riqueza extraordinária que os seres humanos produzem e o seu bem-estar é a dominação do capital. Inverta-se isso, assumam os trabalhadores o controle sobre o capital e a vida será incomparavelmente melhor.  

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