Fico pensando em quem será o Golberi do Bolsonaro. Será o próprio Paulo Guedes? Quem é que orienta o bronconaro? Quem é que o presidente escuta para tomar decisões irruptivas? Quem descobrir terá a chave da cadeia.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2020
Bolsonaro e Figueiredo
"Bolsonaro recua, cancela recontratação de amigo de seus filhos que usou voo da FAB e transfere PPI para Economia." -- Dos jornais.
Frequentemente o governo Bolsonaro me faz pensar no governo Collor, pelas figuras inexpressivas que levou consigo ao poder, novos ricos na política. Desta vez pensei no Figueiredo. Bolsonaro, assim como Fig (como o chamava o Pasquim), é um militar presidente. Fig foi um presidente da ditadura militar, como Geisel, Médici, Costa e Silva e Castelo Branco, mas, ao contrário dos seus camaradas antecessores, teve que conviver com a democracia, com a democratização crescente, o que fez dele um ditador diferente, do qual me lembro ao ver os mandos e desmandos, idas e vindas, bronquices e rusticidades de Bolsonaro.
Frequentemente o governo Bolsonaro me faz pensar no governo Collor, pelas figuras inexpressivas que levou consigo ao poder, novos ricos na política. Desta vez pensei no Figueiredo. Bolsonaro, assim como Fig (como o chamava o Pasquim), é um militar presidente. Fig foi um presidente da ditadura militar, como Geisel, Médici, Costa e Silva e Castelo Branco, mas, ao contrário dos seus camaradas antecessores, teve que conviver com a democracia, com a democratização crescente, o que fez dele um ditador diferente, do qual me lembro ao ver os mandos e desmandos, idas e vindas, bronquices e rusticidades de Bolsonaro.

Por uma imprensa cosmopolita!
"Quero, sinceramente, que haja uma imprensa realmente cosmopolita, sem lealdades nacionais, vieses regionais, divisões de classes e resquícios de exploração colonial." -- Atossa Araxia Abrahamian, em "Visão de lugar nenhum", publicado na Revista de Jornalismo ESPM, dezembro de 2019.
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