sábado, 24 de janeiro de 2026

Espionando todo mundo no mundo inteiro

Durante a chamada "Guerra Fria", época em que o mundo esteve dividido entre duas grandes áreas de influência, da URSS e dos EUA, os principais vencedores da II Guerra Mundial, fez muito sucesso a ficção de espionagem, ambientada nas ações dos serviços secretos das duas nações. Também havia histórias sobre o serviço secreto inglês e outros menos famosos e nos filmes do Indiana Jones apareceu o serviço secreto nazista, obviamente anterior e já extinto. Com o fim da URSS e do mundo bipolar, o tema eletrizante entrou em decadência. Desde então o serviço secreto israelense, conhecido como Mossad, ganhou projeção, com seus feitos na vida real, não só na literatura, sequestrando e assassinando nazistas em várias partes do mundo e agindo contra palestinos e árabes. Nunca imaginei, porém que aquele pequeno país artificial mantivesse o que é provavelmente a maior rede de espiões em funcionamento no mundo, seja pelo seu tamanho, seja pela extensão da sua atuação, inclusive no Brasil, seja pelos recursos de que dispõe, seja pelas tecnologias que emprega e até desenvolve, seja por sua competência. Uma olhada rápida no verbete da Wikipédia nos deixa assustados. Toda a ficção sobre espiões é pinto perto do que o serviço secreto israelense já fez, continua fazendo e ainda vai fazer. Não é exagero dizer que o Mossad espiona todo mundo no mundo inteiro.  

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