segunda-feira, 23 de março de 2026

Pistas de Marina Lima e Antônio Cícero

Boa entrevista da Marina Lima para a Folha de S. Paulo. Não sabia que a Folha fazia entrevistas em vídeo, vi essa por acaso. Tenho uma, digamos, relação com a Marina. Temos a mesma idade, dei a uma filha esse belo nome e um dos motivos foi a simpatia pela cantora. Ela me impressionou muito quando apareceu, no final dos anos 1970, começo dos 80. Achei que era diferente e tinha talento, gostei muito de algumas canções, Fullgás em especial, comprei seus primeiros discos, tinham uma sonoridade própria. Depois me desinteressei dela, não acompanhei sua carreira. Também admirei o Antônio Cícero letrista, com versos elaborados e modernos. Quando fazia músicas com minha irmã Rita, lembrava da parceria desses dois irmãos. A decisão do Antônio Cícero pela eutanásia, há dois anos, é uma dessas coisas marcantes pela sua raridade, que nos faz pensar e admirar. A Marina fala dessas coisas nessa entrevista, na modernidades dos dois, diferente do ambiente musical brasileiro da época, dos diversos ambientes, melhor dizendo. Ao contrário do que eu imaginava e apesar da voz, ela está firme. 

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