quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Tucanos não conseguem censurar blogs

Curioso: encher a Veja, a Globo, a Folha e toda a "grande" imprensa com publicidade do governo, todos os governos, nunca foi problema, mas anunciar em blogs é. Será que o farto dinheiro público despejado em Veja, Globo, Folha, Estadão e até na piauí também são para que eles elogiem o PT e ataquem o PSDB? Os governos Lula e Dilma apanham da "grande" imprensa desde 2003, sem jamais terem recorrido à tentativa de censura como fazem os tucanos. Esta é mais uma vantagem de não se ter Serra nem Aécio na presidência.

Do blog Escrevinhador.
Procuradoria arquiva ação do PSDB contra blogs
Na última quinta-feira (2/8/12), o procurador regional da República, José Jairo Gomes, arquivou a ação movida pelo PSDB com o objetivo de proibir publicidade oficial (de governos e empresas estatais) em saites e blogs.
Na blogosfera, a ação foi entendida como uma tentativa de censura por parte de José Serra, candidato tucano à Prefeitura de São Paulo, e do PSDB. A ação dos tucanos foi apresentada três dias depois de José Serra acusar o PT de financiar "blogs sujos" e apontar a existência de uma "tropa nazista" na web para atacar adversários.
Entre os alvos da ação estavam o jornalista Paulo Henrique Amorim, apresentador da Record e responsável pelo saite Conversa Afiada, e o também jornalista Luis Nassif, que administra o blog Advivo. Segundo o PSDB, estes e outros veículos estariam recebendo verbas do governo federal para elogiar o PT e criticar o PSDB.
Na sua decisão, o procurador argumenta que faltavam provas ou elementos que pudessem levar a uma investigação. Gomes também enfatizou que garantias constitucionais dos acusados, como liberdade de imprensa, liberdade de expressão e liberdade de manifestação, devem ser respeitadas.
"Inicialmente, observa-se que a representação encontra-se embasada exclusivamente na descrição de notícias veiculadas em jornais e revistas. Sequer se fez acompanhar de cópia das citadas notícias ou mesmo de informações completas de suas fontes. O parco embasamento da peça inviabiliza a verificação do verdadeiro conteúdo ou da veiculação das referidas notícias", afirmou o procurador no seu parecer.
A íntegra.

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