quinta-feira, 24 de julho de 2014

Enquanto a bola rolava, 118 mil campos de futebol foram desmatados

Na Amazônia, em junho.
Minha conta é diferente da conta do Greenpeace, segue o "padrão Fifa", que reduziu o gramado do Mineirão de 110x75 metros para 105x68, menor do que, por exemplo, o da Arena do Jacaré e igual o do Independência.
O mundo é da Fifa, o Brasil é dos latifundiários exportadores de soja e de gado.
E vamos todos rumo às grandes catástrofes ambientais.

Do Greenpeace. 
Desmatamento avança 358% segundo Imazon
Apenas em junho deste ano 843 quilômetros quadrados de floresta na Amazônia Legal foram derrubados, de acordo com dados do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD). A área equivale a 84,3 mil campos de futebol.
Segundo o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), que indica tendências e alertas de desflorestamento, em junho deste ano a derrubada de florestas foi 358% maior do que o registrado no mesmo mês do ano passado. Com isso foram perdidos 843 quilômetros quadrados de mata, o equivalente a 84,3 mil campos de futebol.
O maior avanço aconteceu nos estados do Acre, onde houve aumento de 262%, e em Roraima, que registrou 254% de crescimento. Essas são as regiões da Amazônia que estiveram menos cobertas por nuvens no período, o que permitiu ao SAD a visualização de áreas maiores, possibilitando ao sistema identificar desmatamentos que antes estavam “encobertos”. O SAD detectou, ainda, o aumento do desflorestamento no Amazonas (18%) e em Rondônia (13%).
A íntegra.

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