domingo, 28 de setembro de 2014

O melancólico fim da revista veja

Não tem um grande jornalista brasileiro que ainda confia no "carro-chefe" da editora Abril.

Do jornal GGN.
Os motivos por trás da guerra de Veja contra o PT
dom, 28/9/2014 - 9:11, atualizado em 28/9/2014 - 9:12

Jornal GGN - Neste final de semana, o jornalista Ricardo Kotscho em sua coluna criticou a última capa da revista Veja com a chamada "Exclusivo -- O núcleo atômico da delação -- Paulo Roberto Costa diz à Polícia Federal que em 2010 a campanha de Dilma Rousseff pediu dinheiro ao esquema de corrupção da Petrobras".
"Parece coisa de boletim de grêmio estudantil", ironizou Kotscho que lembrou de uma história que ouviu de Eduardo Campos, em 2012. Disse-lhe o ex-presidenciável que ficou perplexo ao ouvir de Roberto Civita:  "Você está vendo estas capas aqui? Esta é a única oposição de verdade que ainda existe ao PT no Brasil. O resto é bobagem. Só nós podemos acabar com esta gente e vamos até o fim".
Segundo Kotscho a causa da "bronca" da Veja contra o PT ocorreu no início do primeiro governo Lula, quando o governo resolveu redistribuir verbas publicitárias, reservadas antes apenas à grande mídia.

Balaio do Kotscho
Melancólico fim da revista "Veja", de Mino a Barbosa

Por Ricardo Kotscho
Uma das histórias mais tristes e patéticas da história da imprensa brasileira está sendo protagonizada neste momento pela revista semanal "Veja", carro-chefe da  Editora Abril, que já foi uma das maiores publicações semanais do mundo.
Criada e comandada nos primeiros dos seus 47 anos de vida, pelo grande jornalista Mino Carta, hoje ela agoniza nas mãos de dois herdeiros de Victor Civita, que não são do ramo, e de um banqueiro incompetente, que vão acabar quebrando a "Veja" e a Editora Abril inteira do alto de sua onipotência, que é do tamanho de sua incompetência.
Para se ter uma ideia da política editorial que levou a esta derrocada, vou contar uma história que ouvi de Eduardo Campos, em 2012, quando ele foi convidado por Roberto Civita, então dono da Abril, para conhecer a editora.
A íntegra.

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