terça-feira, 2 de setembro de 2014

Marcos Coimbra e a campanha eleitoral

É sempre útil ler os artigos do Marcos Coimbra, talvez o melhor analista político brasileiro hoje.

Da Carta Capital, em 2/9/14.
Modelo anacrônico
As pesquisas dominadas por poucos, os debates engessados e o programa gratuito mal formatado são um desserviço à democracia
Por Marcos Coimbra

Agora que estamos em clima de disputa eleitoral efetiva, o atraso institucional brasileiro em termos de comunicação política fica evidente. Enquanto caminhávamos para a repetição do confronto entre o PT e o PSDB, o problema era menos premente. A eleição transcorria sem despertar emoções na vasta maioria do eleitorado. Salvo os radicais dos dois lados, eram poucos os apaixonados.
Depois de o acaso (ou a "Providência Divina", como gosta de dizer Marina Silva) tirar a vida de Eduardo Campos, o ambiente esquentou. Quem acompanha o movimento nas redes sociais constata um crescimento de quase 400% nas menções aos candidatos: Dilma Rousseff saltou de 75 mil postagens ao dia, em média, para 250 mil. Eduardo Campos/Marina, de 7 mil para 150 mil. Aécio Neves de 35 mil para 60 mil.
A íntegra.

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