domingo, 28 de agosto de 2011

Dívida pública, governo estadual, governo federal, Aécio e Lula

Na mesma Viver, matéria de campanha do governo estadual pela renegociação da dívida de Minas com a União, que passou de R$ 14,8 bilhões, em 1998, para R$ 55 bilhões, em 2011. O que estes números mostram e a revista não diz é a boa vontade do governo Lula com o governo Aécio, enchendo Minas de obras, quando o estado não tinha dinheiro. Mostram também a falácia do "choque de gestão", mera peça publicitária do ex-governador em campanha pelo Palácio do Planalto. Como é possível que um estado falido tenha construído o faraônico "shopping administrativo" (aquela praça de alimentação e lojas cercadas de repartições públicas que não funcionam)? Ao denunciar a dívida, a revista omite o fato de que ela foi negociada, em 98, por um governo tucano estadual com um governo tucano federal. Em Minas, como em outros estados e no País, durante o governo FHC, o demotucanato fez administrações absolutamente incompetentes e ineficientes, contando com a cumplicidade da imprensa. O que segurou esses governos foi a boa administração do governo federal. Imagina se Dilma resolve cobrar a dívida? O que fará o "professor" Anastasia, que resiste a pagar o piso salarial aos seus pares, negando-se a cumprir ordem do STF? A única política econômica que essa gente entende é cortar despesas públicas (que contemplam os pobres) e distribuir incentivos fiscais (que beneficiam os ricos).

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