sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

A vergonha da imprensa que desinforma

O espanhol El País. E Veja, Folha, Estadão, outros Estados, Globo etc. etc. etc

Do blog Viomundo.
O fosso que se abre entre opinião pública e opinião publicada

A velha mídia, fora da realidade
por Marcelo Zero e Doutor Rosinha, especial para o Viomundo
Chávez não era Chávez. A foto exibida no último dia 24 de janeiro pelo El País, jornal conservador espanhol, havia sido retirada de um vídeo médico de 2008, que mostrava um homem anônimo em coma.
Uma rápida e simples checagem teria revelado o erro grotesco e primário. No entanto, o El País, espécie de sucursal ibérica do antichavismo, resolveu arriscar para ver se "colava". Não colou. Um internauta percebeu logo o erro e o jornal teve de retirar a foto e pedir desculpas. Tirou a foto e imediatamente colocou em si mesmo uma grande e vergonhosa "barriga", nome que se dá, no jargão jornalístico, a erros desse tipo.
O episódio não é um fato isolado, um simples erro ocasional. Ao contrário. É emblemático de um tipo de jornalismo que se tornou bastante comum, especialmente na América do Sul.
Na Venezuela, na Argentina, no Equador, no Brasil e em outros países do subcontinente pratica-se, com inquietante desenvoltura, um tipo de jornalismo que tem por hábito diário distorcer ou mesmo falsear a realidade.
Os retratos pintados diuturnamente pela mídia tradicional sobre a situação atual desses países apontam para um quadro de caos, desagregação social e política e falta de rumo que encontram pouca ou nenhuma correspondência com a realidade objetiva. Parecem "fotos" grosseiramente retocadas por um photoshop concebido para enfear, ou mesmo simples falsificações, tal como a imagem do suposto Chávez hospitalizado.
No Brasil, por exemplo, há uma década que boa parte da mídia tradicional e oligopolizada divulga "fotos" e "retratos" das supostas mazelas dos governos do PT, apresentados, quase que invariavelmente, como absolutamente incompetentes, irremediavelmente corruptos, solertemente antidemocráticos e francamente desastrosos.
A íntegra.

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