domingo, 18 de agosto de 2013

53 anos de uma revolução

A invenção da pílula é considerada uma revolução nos costumes, no sexo, no comportamento, sobretudo na vida da mulher. Curiosamente, não representou controle do crescimento populacional: em 1960 éramos 3 bilhões de seres humanos, hoje somos mais de 7. As populações dos países ricos foram contidas e caíram, mas as dos países pobres continuaram crescendo, assim como as populações de pobres nos países ricos. As migrações de pobres para os países ricos aumentaram; vão em busca da riqueza e se tornam a mão-de-obra para trabalhos "desqualificados".

Da Deutsche Welle.
1960: Primeira pílula anticoncepcional chega ao mercado 
No dia 18 de agosto de 1960 foi lançado o contraceptivo oral Enovid-10 nos Estados Unidos. A pílula significaria uma verdadeira revolução nos hábitos sexuais do mundo ocidental.
"Um dia histórico e um tremendo passo à frente": foi com essa manchete que a revista Der Stern anunciou, na década de 60, o lançamento do contraceptivo oral no mercado alemão. Tudo havia começado no início dos anos 50 nos Estados Unidos. A feminista Margaret Sanger e a milionária Katherine McCormick haviam se unido para inventar uma pílula contra a gravidez que fosse fácil de usar, eficiente e barata.
O cientista Gregory Pincus aceitou o desafio. Mas tinha que trabalhar às escondidas, pois os contraceptivos estavam oficialmente proibidos nos Estados Unidos até 1965. Ele alegou tratar-se de uma pesquisa para aliviar os sintomas da menstruação e encerrou seu trabalho cinco anos depois de iniciar as pesquisas. No dia 18 de agosto de 1960 lançou o novo produto no mercado norte-americano: o Enovid-10.
A íntegra.

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