quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Cervejas da Ambev são de milho

E também as da Schin e da Itaipava. Talvez milho transgênico. Para diminuir custos. Artesanais são mais puras.
Esta é uma notícia sobre cerveja e sobre imprensa. Foi publicada na Folha de S. Paulo há mais de um ano, mas só agora que caiu na rede é que está tendo repercussão.
Na "grande" imprensa, o assunto praticamente sumiu; em fevereiro deste ano reapareceu omitindo nomes dos grandes anunciantes. Por que será?

Da Folha de S. Paulo, em 6/10/12. 
Cerveja nacional tem muito milho, afirma pesquisa da USP  
Reinaldo José Lopes, editor de Ciência+Saúde 


Uma das análises químicas mais completas já feitas com marcas de cerveja do Brasil e do exterior dá peso a uma tendência que estudos menores já indicavam: as grandes marcas nacionais têm elevadas quantidades de milho em sua composição, embora a matéria-prima tradicional da bebida seja a cevada.
São os nomes mais conhecidos do público, como Antarctica, Brahma, Skol e Nova Schin (veja infográfico abaixo). A análise sugere que essas marcas estão no limite da porcentagem de milho como matéria-prima para cerveja que a legislação nacional determina (45%) ou podem até tê-lo ultrapassado.
As empresas produtoras questionaram a análise (leia texto abaixo). Por outro lado, o estudo indicou que algumas cervejas em pequena escala possuem o teor que se esperaria de uma bebida feita só com água, cevada e lúpulo, como reza a tradição alemã.
A pesquisa é assinada por cientistas do Centro de Energia Nuclear na Agricultura, da USP de Piracicaba, e da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
O grupo piracicabano, coordenado por Luiz Antonio Martinelli, já estudou cervejas antes, além de verificar a presença de álcool de cana no vinho nacional.
A íntegra.

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