quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O protesto do Greenpeace contra a petroleira de Eike Batista

Ambientalistas querem impedir que baleias sejam extintas pela exploração de petróleo no mar. A PM continua agindo como na ditadura, servindo o capital.

Do Greenpeace.
Enxotados pelo Eike
Terminou em expulsão pela polícia as mais de nove horas de protesto do Greenpeace na sede da petroleira OGX, no Rio de Janeiro. Às 19h20 do dia 31 de agosto, os dezoito ativistas que desde as 10h resistiam à tropa de choque e aos seguranças do bilionário Eike Batista em protesto pacífico contra exploração de petróleo em Abrolhos foram retirados à força. Eles foram impedidos de receber àgua e comida e tiveram a luz do prédio cortada. Quinze ativistas fantasiados de baleias e outros três travestidos de funcionários da OGX, com borrifadores de óleo falso. Este era o time do Greenpeace. Do outro lado, dezenas de seguranças e uma tropa da polícia altamente armada, preparados para o confronto.
A íntegra.

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