sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Lacerda e as chuvas

Os próximos quatro anos serão piores. O pior prefeito da história de Belo Horizonte foi colocado no cargo por Pimentel e Aécio em 2008, mas agora foram os belo-horizontinos que o escolheram e ele, um pobre diabo, se sente tão poderoso que até debocha dos eleitores. Obras vão depender de planejamento e demorar, diz o prefeito que na campanha eleitoral disse que a maior qualidade do seu governo era ter planejado o futuro da cidade. Segundo o jornal O Tempo, Lacerda responsabilizou a população. Segundo o jornal Hoje em Dia, a principal ação da administração lacerdista no caso será instalar placas de alerta para a população.


Motorista de 48 anos morreu após carro cair em córrego na região da Pampulha, em Belo Horizonte



Do R7 MG.
Márcio Lacerda ironiza e diz que prefeitura deveria ter sido "mais babá" de belo-horizontinos 
Prefeito disse ainda que problemas relativos às chuvas devem continuar
O prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB), disse, nesta sexta-feira (16/11/12), que a prefeitura deveria ter sido "mais babá" dos cidadãos da cidade para evitar desastres como o motivado pelo temporal que atingiu a capital mineira nesta quinta-feira (15).
- Nós devíamos ter sido um pouco mais "babás" do cidadão para que eles não corressem riscos.
A afirmação foi feita durante uma entrevista coletiva dada no local onde foi registrada a primeira morte de um belo-horizontino no período chuvoso. Gilmar Almeida Santana, de 48 anos, morreu na Avenida Heráclito Mourão de Miranda, na região da Pampulha, após o carro onde ele estava cair em um rio ao ser arrastado pela enxurrada.
Márcio Lacerda disse também que a prefeitura já sabe os pontos que estão sujeitos a alagamentos, mas que os problemas ocasionados pelas chuvas na cidade devem demorar entre cinco e dez anos para serem completamente solucionados. A explicação dada pelo prefeito para a demora é que as obras são caras e precisam de um planejamento minucioso para serem executadas.
- Se tivessemos todos os recursos na mão hoje para iniciar projetos, poderíamos falar em três a cinco anos. Como não temos, eu estou falando de cinco a dez anos
A íntegra.