terça-feira, 17 de julho de 2012

Patrus diz a que vem

O que podemos esperar é que ele fale ao coração dos belo-horizontinos, endurecido por quatro anos de Lacerda e dez de Aécio-Anastasia. Podemos esperar também muita baixaria do outro lado.

Do blog do Patrus.
Nosso compromisso com BH
Sou candidato a prefeito de Belo Horizonte por uma segunda vez. Da primeira vez (entre 1993 e 1996), nosso mandato representou um momento de grandes transformações na cidade. Nossa candidatura resgata um pouco dessa história e quer ir além. Queremos promover outro momento de mudanças, incorporando as nossas novas demandas e novos desejos, mas reafirmando os mesmos princípios que vêm nos orientando em nosso compromisso com BH, com Minas e com o Brasil.
Nossa proposta para a cidade se assenta em três princípios fundamentais para uma boa administração. A primeira delas é o princípio da ética, em sua tradução mais alargada e ampla na política. A ética em defesa da vida, orientando as prioridades nas políticas; a ética na defesa e no zelo da coisa pública. Essa postura é fundamental para garantir a eficiência e a eficácia dos programas e políticas. O muito vem do pouco, isso aprendemos na vida. Cada centavo é importante na soma final para viabilizar os projetos. Além disso, a ética cria um clima de confiança e solidariedade na equipe de governo e também na população, que se sente mobilizada para participar, sabendo que faz parte, de fato, de um projeto coletivo. Para isso, todas as contas da prefeitura devem ser abertas e transparentes, acessíveis a cada cidadão e cidadã que queira saber onde cada recurso é aplicado e que resultado produz.
Junto à ética, o segundo princípio é a democracia. Não há nenhuma dúvida de que uma administração ética e com a participação do povo é a melhor fórmula para a boa gestão das políticas públicas. Tivemos a oportunidade de confirmar isso quando fui prefeito e também quando fui ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, nos dois governos Lula. A participação popular é o grande aliado para direcionar melhor as ações de governo. Foi assim no Orçamento Participativo, uma experiência que hoje pede para ser aprofundada e ampliada para outras instâncias de decisão. Fundamental também ouvir a opinião de técnicos e usuários dos serviços públicos, em conferências e conselhos, para aperfeiçoar as políticas.
Esses dois pontos fortalecem o terceiro princípio que é o propósito da administração pública: a vida das pessoas em primeiro lugar. A estrutura burocrática deve estar a serviço das pessoas e não pode ser um entrave para que as coisas aconteçam. Digo com frequência: a pior burocracia é a do coração, da mente; é quando a pessoa que toma decisões dissocia os papéis de seus destinatários e esquece que na ponta há pessoas esperando. As ações da administração podem mudar vidas, abrir possibilidades ou, na outra ponta, condenar pessoas a uma subvida. Temos de alimentar o sentimento de que é preciso fazer e travar a batalha pela desburocratização das almas.
A íntegra.

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