segunda-feira, 27 de outubro de 2014

A tomada do pirulito da Praça 7

Uma história passada em Belo Horizonte e contada pela imprensa estrangeira é reveladora de como a verdade, a militância petista e os trabalhadores reelegeram a presidenta Dilma.
Mostra também, com uma reportagem simples, que a gente não vê mais aqui, como a "grande" imprensa estrangeira está mil vezes melhor do que a brasileira.

Do Diário do Centro do Mundo.
O El País foi a Minas investigar o legado de Aécio na educação
Postado em 23 out 2014
por : Diario do Centro do Mundo
Publicado no El País.

A batalha da Praça Sete de Setembro
Talita Bedinelli

Da ilha de concreto que separa a rua Amazonas em duas, na praça Sete de Setembro, em Belo Horizonte, um carro de som gritava um batidão eleitoral pró-Aécio quando centenas de militantes petistas e professores da rede pública, sacudindo bandeiras de Dilma Rousseff, se aproximaram e tomaram o obelisco, do lado oposto. Sob os olhares apreensivos de uma dezena de policiais armados com cassetetes, começou uma batalha musical. “Olê, Olê, Olê, Olá, Dilmá, Dilmá.”
O clima ficou tenso e acabou em bate-boca. Cada grupo reivindicava o direito pelo marco histórico belo-horizontino. Até que, em menor número, os do azul-amarelo tucano, contratados para hastear a bandeira do candidato Aécio Neves a 30 reais ao dia (ou 900 reais ao mês), tiraram o carro de campo. A Praça Sete era dos petistas.
A íntegra.

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