domingo, 20 de novembro de 2011

Repressão em Rondônia é pior

Lá a polícia não esconde que continua atuando como na época da ditadura militar. Policial infiltrado entre estudantes e professores, à paisana, jovem, apreende máquina fotográfica de estudante, sem se identificar. A Polícia Federal -- subordinada à presidente Dilma, ex-presa política -- age da mesma forma como a PM e o Exército, isto é, como nos tempos da ditadura, o que mostra mais uma vez que a democracia brasileira está incompleta.

Da Carta Capital.
Em greve, alunos e professores são ameaçados
Por Felipe Milanez
Segue tensa a situação dos professores grevistas da Universidade Federal de Rondônia (Unir), em greve iniciada em 14 de setembro (65 dias). Depois da prisão do professor de história Valdir Aparecido de Sousa, em 21 de outubro (Veja o vídeo aqui), do atentado com uma pedra contra um outro professor e a prisão, logo em seguida, de dois alunos que distribuíam panfletos contra o reitor Januário Oliveira Amaral, o mais recente ato de intimidação foi um bilhete deixado em vários locais da universidade, contendo ameaças a professores e alunos, encontrado na quarta-feira 16 de novembro. O bilhete foi impresso em folhas A4, cortados a mão e espalhados por vários locais. Pelo menos três professores receberam o aviso em suas caixas de documentos. A mensagem é clara: "Não adianta contar vitória antes do tempo. Muita água ainda pode rolar… Segue alguns nomes que podem descer na enchente do rio" (sic). Os grevistas afirmam que há uma sindicância do Ministério da Educação em Porto Velho, apurando as denuncias contra o reitor. "Todos os professores citados são grevistas e atuam diretamente escrevendo ou procurando provas contra o Januário e seus amigos. E os alunos são os mais combativos", afirmou um dos líderes da greve, que pediu para não ser identificado.
A íntegra.

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