quarta-feira, 17 de julho de 2013

A farra com o dinheiro público em Minas

Dinheiro para pagar o piso salarial constitucional dos professores não tem, mas para pagar três vezes o teto inconstitucional do tribunal da PM, tem. Faz sentido: na hora de bater em manifestantes, o governador não chama professores, tem de contar é com policiais militares.

Da Rede Brasil Atual.
Tribunal de Justiça Militar mineiro mantém farra de altos salários
Vencimentos de juízes e servidores chegam a triplo do teto fixado pela Constituição Federal para o funcionalismo público 
por Helena Sthephanowitz

Em flagrante desrespeito à Constituição Federal, o Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais (TJM-MG) pagou aos juízes e servidores, em junho, salários até 150% maiores do que o teto do funcionalismo público, fixado em R$ 28 mil para 2013. Juízes e servidores daquele órgão especializado do Judiciário chegaram a receber até R$ 69 mil líquidos no mês passado – só pra comparar, a presidenta Dilma Rousseff (PT) recebeu aproximadamente R$ 19 mil no mês de maio, último disponível para consulta no Transparência Brasil. A denúncia foi publicada no jornal mineiro Hoje em Dia.
A farra com o dinheiro público chegou ao conhecimento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), onde foram protocoladas três denúncias. Os supersalários do TJ Militar vieram à tona depois de uma série de matérias publicadas pelo jornal no fim do ano passado. Em 2012, um servidor chegou a receber em um único mês R$ 162 mil. Um assessor de imprensa contou com vencimento bruto de R$ 104 mil.
A íntegra.

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