segunda-feira, 15 de julho de 2013

A guerra do Ecad: Globo, Roberto Carlos e Caetano Veloso contra os compositores

Artistas estão divididos numa guerra em que parece que não tem um lado completamente certo. No entanto, alguns artistas estão unidos a graúdos que não querem pagar direitos autorais: televisões, rádios e outros veículos. Boa matéria do EM, com muitas opiniões e histórico do conflito.

Do Estado de Minas.
Mudança da arrecadação de direitos autorais provoca 'racha' entre compositores
Artistas se dividem em relação ao projeto aprovado pelo Congresso que recorre à ação do Estado para regulamentar a remuneração de direitos autorais 
Eduardo Tristão Girão e Ângela Faria

Na ressaca das manifestações registradas no Brasil, em que a ineficiência da gestão pública foi duramente atacada, veio um tsunami na MPB. Artistas se dividem em relação ao projeto aprovado pelo Congresso que recorre à ação do Estado para regulamentar a remuneração de direitos autorais no país.
A matéria aguarda sanção da presidente Dilma Rousseff. Se não for vetada, mudará a relação do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) com cantores, compositores e emissoras de rádio e TV. Ano passado, a entidade arrecadou R$ 625 milhões.
"Não sou contra o Ecad, ele é uma conquista nossa. Queremos transparência e fiscalização ferrenha. Não vamos voltar atrás", resume a cantora e compositora Roberta Miranda. Autora do hit "A majestade, o sabiá" e de mais cerca de 200 canções, ela conta que recebe pouco mais de R$ 5 mil por mês em direitos autorais. "Um absurdo. Isso é baseado no quê? Nenhum de nós entende. Se 'A majestade...' tivesse estourado fora do Brasil, estaria lindo, mas aqui não consigo sobreviver", desabafa.
A íntegra.

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